Oziris Borges Oziris Borges

viagens

MOTO EXPEDIÇÃO CHILE
Periodo: 5/1/2011 a 29/1/2011

Aqui vai o relato de nossa viagem que fizemos de 05 a 29 de janeiro de 2011. Fomos em duas motos: eu e minha esposa, Ana Carolina numa V-Strom 650. E o amigo Sanches numa Boulevard 800.

DIÁRIO DE BORDO

5/1/2011

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30/1/2011

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26/1/2011

Saímos com o tempo nublado de Coronel Pringles, mas pegamos somente alguns pingos na viagem toda. O caminho foi legal e chegamos a Buenos Aires pela autopista. Recomendo, apesar de pagarmos alguns pedágios. Para chegar ao Buquebus tem que tomar a saída 9 de julho, já dentro de Buenos Aires, se não me engano. Como passamos essa saída, fomos parar mais longe. No entanto, foi fácil retornar. Lá no Buquebus foi tranqüilo também, mas demorado, pois o próximo navio sairia só à noite. Então ficamos descansando no Buquebus até dar a hora de embarcarmos as motos. Foi legal. Os funcionários do buquebus já estão acostumados com motos e então eles nos colocam já lá na frente. Amarram bem as motos e não aconteceu nenhum tipo de problema. A travessia do Rio da Prata é tranqüila. Dentro do Buquebus há um freeshop, então quem quiser comprar bebidas, perfumes, cosméticos de modo geral a um preço mais em conta que no Brasil, essa é a hora. Depois de 1h30 já estávamos desembarcando no Uruguai. Não houve nenhuma burocracia. Quando passamos pelos guardas da aduana, dissemos que éramos brasileiros e que estávamos de passagem e eles mandaram a gente seguir. Foi bem fácil mesmo. Aproveitamos também para trocar o restinho de dinheiro que tínhamos. Troquei 200,00 reais. Deu 2.040,00 pesos uruguaios. No recibo que recebi da casa de câmbio, marcava 22h10min. Nós tínhamos a indicação de um hotel e fomos direto a ele, mas estava lotado. Por sorte, na mesma rua havia outro hotel que fez um preço melhor e o quarto é bom. Foi melhor que o esperado. Ficamos no Hotel Romi. Recomendo. http://www.hotelromicolonia.com/ Rua Rivera, 236. Fica perto do porto de desembarque do Buquebus. Ao lado do hotel, na esquina, há um restaurante bem legal. Fomos ali tomar algumas cervejas uruguaias. As principais são Patrícia e Pilsen. Isso mesmo, no Uruguai há uma cerveja que se chama Pilsen. Nesse restaurante, ocorreu um episódio interessante. A garçonete, que já estava querendo ir embora, nos trouxe uma cerveja que não estava gelada, aí pedimos para trocar, mas elas disse que não tinha e que traria gelo. Fiquei espantado. Como assim? Gelo na cerveja? Ta louca? Recusamos na hora. Minutos depois, outra garçonete nos trouxe uma cerveja geladinha. Aquela primeira, malcriada, já tinha ido embora. Pode? Depois disso tudo, era só dormir para retomar a jornada no dia seguinte. No dia seguinte, chegaríamos ao nosso querido Brasil.